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	<title>Wezo Dev Blog &#187; t.i</title>
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	<description>Tecnologia, Desenvolvimento, Mobile, Notícias e muito mais.</description>
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		<title>Web 2.0 deve ser prioridade no ambiente de trabalho, diz analista.</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 01:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wezo Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os principais executivos de TI das empresas (CIOs) devem perceber que a Web 2.0 não é apenas uma ferramenta para atrair empregados da Geração Y e que ela deve ser uma prioridade no ambiente de trabalho. O analista da Ovum Steve Hodgkinson trabalhou com um grupo de líderes de TI em Sydney nesta semana e explicou por que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44632" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-44632" title="Web 2.0 deve ser prioridade no ambiente de trabalho, diz analista" src="http://www.wezo.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/web-social-300x229.jpg" alt="Web 2.0 deve ser prioridade no ambiente de trabalho, diz analista" width="300" height="229" /><p class="wp-caption-text">Web 2.0 deve ser prioridade no ambiente de trabalho, diz analista</p></div>
<div>
<p style="text-align: justify;">
<p>Os principais executivos de TI das empresas (CIOs) devem perceber que a <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/28/twitter-podera-permitir-visualizacao-de-videos-e-fotos/">Web 2.0</a> não é apenas uma ferramenta para atrair empregados da Geração Y e que ela deve ser uma prioridade no ambiente de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">O analista da Ovum Steve Hodgkinson trabalhou com um grupo de líderes de TI em Sydney nesta semana e explicou por que a Web 2.0 está se tornando mais integrada entre as organizações e mudou o modo como as pessoas trabalham. “Muitos argumentos em relação à Web 2.0 centralizam a ideia de uma nova geração na ambiente de trabalho, mas não é isso. Um dos mitos é que ‘coisa para as pessoas jovens’, e isso não é verdade. O que você observa é que o melhor uso da tecnologia é feito pelas pessoas mais velhas”, afirmou Hodgkinson.</p>
<p style="text-align: justify;">O especialista alerta que os funcionários devem ser treinados para ferramentas da Web 2.0, como Twitter e Facebook, para que a adoção em massa possa acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">“A maior mágica da Web 2.0 é que os internautas descobrem coisas novas por acidente. As pessoas se enganam ao pensar que a equipe não precisa de treino para utilizar essas aplicações. Se não houver nenhum treino, a regra geral mostra que 1% das pessoas contribuem ativamente enquanto 90% fica boiando.”</p>
<p style="text-align: justify;">Hodgkinson também disse que uma nova abordagem é necessária para se ter sucesso no ambiente de trabalho com a natureza colaborativa da Web 2.0.</p>
<p style="text-align: justify;">“É tudo sobre padrões de comportamento. Utilizar essas tecnologias significa que as pessoas terão de mudar a forma como trabalham e a natureza da colaboração. Se trata de começar a utilizar e ter uma boa razão para mudar o comportamento delas. Se trata de mudar pequenos hábitos. Deve haver algo para motivá-las a voltar a utilizar regularmente.”</p>
<p style="text-align: justify;">Ele também alertou aos CIOs para abordar a distribuição de ferramentas da Web 2.0 sem focar em um retorno do investimento e, ao invés disso, dar ênfase no entusiasmo, que é essencial. “É mais importante se integrar porque a evolução é construída com base na colaboração do projeto. É mais importante criar paixão do que criar estrutura.”</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">(Lisa Banks)<br />
IDGNOW</div>
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		<title>O que a TI nacional ganha com a marca Brasil IT+</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 16:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wezo Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que a TI nacional ganha com a marca Brasil IT+ O mercado brasileiro de tecnologia da informação tem uma marca para identificar os esforços de exportação e facilitar a propaganda na hora de conquistar mercados pelo mundo afora. A iniciativa é um novo passo no plano de estabelecer o País como um dos principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignleft" style="width: 327px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="O que a TI nacional ganha com a marca Brasil IT+" src="http://www.wezo.com.br/blog/wp-content/uploads/HLIC/b9d39e75e1bd5161af891c9abc5f32ca.jpg" alt="" width="317" height="122" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">O que a TI nacional ganha com a marca Brasil IT+</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O mercado brasileiro de tecnologia da informação tem uma marca para identificar os esforços de exportação e facilitar a propaganda na hora de conquistar mercados pelo mundo afora. A iniciativa é um novo passo no plano de estabelecer o País como um dos principais vendedores de TI para o mundo, seja software ou serviços, e aprimorar a competitividade global das companhias nacionais. Em 2010, estima-se que as exportações brasileiras do setor cheguem a US$ 3,5 bilhões. Em 2006, elas representavam somente US$ 600 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca Brasil IT+ (lê-se IT, em inglês, plus), lançada em dezembro último, unifica a linguagem. A criação é da agência de branding Futurebrand e será usada tanto pelas empresas privadas como pelos órgãos do governo envolvidos em exportação de TI. As companhias e entidades oficiais já trabalhavam com uma estratégia de marca desde 2004, que trazia o nome do País com &#8220;z&#8221; e sem o símbolo matemático. No entanto, não havia uma padronização em seu uso e diversas iniciativas e materiais de propaganda do setor acabavam usando logotipos distintos para promover seus esforços comerciais no exterior. A nova caracterização visual pretende acabar com isto.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca foi criada de acordo com um briefing detalhado sobre o mercado brasileiro e os planos de exportação (confira quadro com os conceitos envolvidos na pag. 25). Mas, a grande diferença em relação à antiga é o uso do símbolo de +. Ele representa a diversidade do setor, que é capaz de exportar um ERP para países latinos, abrigar centros de serviços de indústrias multinacionais, ser plataforma de terceirização para as globais e ainda conta com uma série de pequenas empresas que conquistam clientes no exterior com softwares de nicho e maior valor agregado. &#8220;Somos diferentes da Índia, que se estabeleceu como outsourcing, e precisávamos mostrar isto com maior clareza para o mercado internacional&#8221;, aponta Antonio Carlos Rego Gil, presidente-executivo da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação).</p>
<p style="text-align: justify;">A novidade agradou os executivos envolvidos com exportação de TI. &#8220;É uma operação complexa, que envolve união de empresas e governo, além de muita estratégia. A marca mostra isso&#8221;, comenta o presidente da Stefanini IT Solutions, Marco Stefanini. A empresa é uma das maiores exportadoras brasileiras de TI, com atuação em 16 países e 125 clientes. Cerca de 20% de sua receita de R$ 670 milhões vem do exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Para empresários, o selo Brasil IT+ vai facilitar a comunicação principalmente em eventos, nos quais há grupos de empresas distintas mostrando as soluções brasileiras. &#8220;A nova marca ajuda no trabalho de comunicação e marketing que ainda precisamos para vender o Brasil no exterior&#8221;, avalia o presidente da BRQ IT Services, Benjamin Quadros. A companhia começou a operar nos Estados Unidos em 2003. Em 2008, ela comprou a ThinkInternational, prestadora de serviços de TI para o mercado americano que havia faturado US$ 8 milhões no ano anterior. Com a negociação, vieram os funcionários e os clientes da empresa. &#8220;Mesmo assim, ainda precisamos sempre mostrar o que o Brasil tem de bom a oferecer&#8221;, comenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Antigos desafios</strong><br />
Mas, se a marca Brasil IT+ chega para modernizar o marketing dos exportadores de TI, as barreiras para que as empresas ganhem maior competitividade continuam a ser as mesmas de uma década atrás, quando as primeiras iniciativas foram lançadas. &#8220;Conseguimos avanços, mas a TI ainda não está na pauta do governo como deveria&#8221;, critica o presidente da Totvs, Laércio Cosentino. Apoio do governo federal, dólar valorizado, isenção fiscal, encargos trabalhistas e investimentos em formação de mão de obra qualificada são reivindicações antigas dos exportadores de TI. Essas dificuldades, principalmente o câmbio, têm se mostrado uma barreira para que o País consiga consolidar-se mundialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">A Matera Systems, que opera nos Estados Unidos junto com outras empresas reunidas na ActMinds Inc. viu a representatividade das exportações cair de 7% do faturamento para 4% nos últimos anos. &#8220;O dólar alto influenciou diretamente na competitividade da nossa oferta&#8221;, explica o presidente da Matera e da ActMinds, Carlos Augusto Leite Netto. Para fugir da pressão cambial, a provedora criou um centro em Maringá (PR) onde pode contar com mão de obra qualificada por um custo menor. Além disso, a Matera começou a trabalhar com oferta de produtos de maior valor agregado. Uma solução multitouch baseada em Microsoft Sharepoint e que transforma o computador numa espécie de imenso iPhone para facilitar a interface com sistemas corporativos tem sido o grande destaque da empresa em feiras internacionais. &#8220;Quando não se pode competir por preço, as empresas brasileiras precisam inovar&#8221;, diz Netto.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de capacidade empreendedora é o principal trunfo do Brasil no mercado externo de TI e que a marca Brasil IT+ pretende mostrar em 2010. Mas, além do marketing, a renovação da identidade é acompanhada de grandes planos capitaneados pelas entidades do setor. O mais abrangente deles está no envolvimento da iniciativa privada, governo, profissionais, universidades e mídia para divulgar a importância da tecnologia da informação para o País. De acordo com levantamento da Brasscom, o setor movimenta US$ 60 bilhões ao ano por aqui, o que coloca o Brasil como o oitavo maior mercado do mundo. Se o segmento de telecomunicações for agregado a essa conta, o volume transacionado sobe para US$ 140 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A entidade estima que a TI represente 8% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no País, e empregue ao menos 2 milhões de trabalhadores, com um salário 2,5 vezes maior do que os vencimentos médios verificados no Brasil. Todos estes números serão apresentados tanto em eventos nacionais como internacionais para mostrar o que há por trás da vontade brasileira de exportar soluções tecnológicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, o número de atividades que as empresas brasileiras participam deve aumentar. Ainda não há uma estimativa sobre quais serão, mas o plano é fazer a tecnologia nacional aparecer não apenas em eventos especializados em TI. A intenção é ampliar o leque para feiras de varejo, saúde e demais verticais da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">A Brasscom irá realizar um evento internacional de outsourcing no Brasil, em junho, com objetivo de posicionar o mercado local no circuito internacional de feiras de TI e promover a integração maior entre executivos estrangeiros com o cenário nacional. &#8220;Uma coisa é conhecer o Brasil lá de fora, outra é vir aqui e ver que o País não é só samba e futebol&#8221;, declara o presidente da associação. A entidade também abrirá um escritório nos Estados Unidos, além do de Washington. Chicago e São Francisco são as cidades estudadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Condições<br />
</strong>Contudo, para alcançar os arrojados planos, o País precisa promover a formação e especialização dos profissionais. Dentro desta perspectiva, o programa de educação a distância para técnicos de TI será expandido. Os cursos podem ser acessados pelo site da Brasscom e fornecem formação em várias especialidades. A associação com as Fatec e o Sistema S (Sebrae, Senai, Sesc, etc) tem garantido bolsas para estudantes interessados em tecnologia. Para o próximo ano, a iniciativa deve ser ampliada. As entidades do setor também prometem continuar a pressionar o governo para a melhoria do ambiente de negócios. O câmbio ideal é algo tido como inatingível, mas a carga tributária, a burocracia e os encargos trabalhistas serão alvo de muitas reuniões com o governo. Deve-se continuar os avanços conseguidos com a isenção do ISS (Imposto Sobre Serviços) e a MP do Bem.</p>
<p style="text-align: justify;">A Softex promete criar um site para que a exportação de TI tenha um apoio na internet para a geração de negócios e o PSI-SW (projeto setorial integrado para exportação de software) será ampliado. Em 2009, ele destinou cerca de R$ 8 milhões para 120 empresas ganharem competitividade no exterior. Este valor será maior em 2010, mas ainda está em definição. &#8220;Mas já podemos garantir que o número de empresas participantes subirá para 200&#8243;, adianta o diretor de mercado da Softex, Djalma Petit. A entidade planeja passar o ano produzindo white papers sobre a TI brasileira e colocando estes documentos na mídia internacional. &#8220;O setor está unido e a imagem do País nunca foi tão boa, por isso, vamos fazer tudo para aproveitar o bom momento e ganhar espaço&#8221;, finaliza Petit.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">resellerweb.com.br</span></p>
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		<title>Segurança virtual: cinco passos importantes.</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 19:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wezo Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na recente pesquisa da InformationWeek Analytic sobre as prioridades da TI governamental nas decisões federais de tecnologia, segurança virtual foi a iniciativa de TI número um, nas organizações entrevistadas, em termos de importância e foco de liderança. Para a maioria, segurança virtual significa lidar com o Federal Information Security Management Act (FISMA) e suas 17 áreas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img title="http://www.wezo.com.br/blog/wp-content/uploads/HLIC/e1e8288ef53ce30f450bd5f68e1809d9.png" src="http://www.wezo.com.br/blog/wp-content/uploads/HLIC/e1e8288ef53ce30f450bd5f68e1809d9.png" alt="Segurança virtual: cinco passos importantes" width="400" height="273" /><p class="wp-caption-text">Segurança virtual: cinco passos importantes</p></div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Na recente pesquisa da <strong><em>InformationWeek Analytic</em></strong> sobre as prioridades da TI governamental nas decisões federais de tecnologia, segurança virtual foi a iniciativa de TI número um, nas organizações entrevistadas, em termos de importância e foco de liderança. Para a maioria, segurança virtual significa lidar com o Federal Information Security Management Act (FISMA) e suas 17 áreas de controle.</p>
<p style="text-align: justify;">O lado positivo para a FISMA é que as agências têm padrões consistentes e amplamente aplicáveis sobre como a segurança da informação deve ser aplicada. O lado negativo é que o verdadeiro objetivo em assegurar informações confidenciais e preservar o processamento de missões centrais, às vezes se perde em um labirinto de requerimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo está o resumo do nosso plano centrado em dados, em cinco passos, para garantir que você não perca de vista seu objetivo final.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; Controles mestre estão fora &#8211; pense em central de dados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma arquitetura de defesa profunda se baseia em uma série de controles integrados, sobrepostos, que trabalham juntos, perfeitamente, para formar um todo forte e homogêneo. Essa abordagem se distancia do uso de um controle mestre ou ferramenta &#8220;faz tudo&#8221; e promove uma postura de segurança distribuída e feita sob medida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; Abrace a criptografia de dados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o armazenamento de dados sigilosos puder ser violado, a proteção oferecida por fortes controles físicos é inútil. Mas se um laptop for protegido usando um sistema de criptografia de disco, ou mesmo se os dados residirem em &#8220;caixas&#8221; criptografadas separadas no disco, credenciais de autenticação adicionais serão necessárias antes do acesso aos dados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; Implemente controles fortes de autenticação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Autenticação envolve o conceito mais subjetivo de todos: tentar provar que você realmente é quem diz ser. Uma vez que o usuário tenha estabelecido sua identidade, controles de acesso baseados em perfil podem ser definidos para limitar as ações somente àqueles com determinada autorização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Use prevenção contra perda de dados para &#8220;vigiar os vigias&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pensando friamente, a tecnologia de prevenção contra perda de dados é um sistema que veta informações e revisa o conteúdo dos dados com um olhar sobre possíveis ameaças e violações de conduta. Se um problema em potencial é encontrado, ações apropriadas podem ser tomadas para impedir o fluxo dos dados antes que eles deixem o perímetro seguro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; Estenda em camadas os controles de integridade de dados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando sistemas e aplicativos começam a falhar e a agir de forma estranha, pergunte imediatamente &#8220;O que mudou?&#8221;. Uma questão, aparentemente simples, pode ser extremamente difícil de ser respondida conclusivamente. Considere os controles de integridade de dados como ajudantes que garantem que as informações, configurações de sistema e arquivos estão como você espera que estejam, isto é, bem seguros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Funções separadas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quão bem definidas estão as funções e responsabilidades &#8211; incluindo as permissões de acesso a diferentes sistemas e dados &#8211; dentro de sua empresa? O resultado de nosso estudo foi o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">Levemente explícitas &#8211; 34%</p>
<p style="text-align: justify;">Explícitas &#8211; 19%</p>
<p style="text-align: justify;">Levemente vagas &#8211; 11%</p>
<p style="text-align: justify;">Bem definidas &#8211; 29%</p>
<p style="text-align: justify;">Não muito bem definidas &#8211; 7%</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #c0c0c0;">IT WEB</span></em></p>
</div>
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		<title>Microsoft quer concorrer com Google Apps.</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 12:34:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wezo Alves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Windows 7]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma recente jogada junto aos principais gestores de TI no Brasil, a Microsoft passou a disponibilizar uma série de informações sobre suas ferramentas que procuram tornar a interação social entre funcionários mais eficientes. A estratégia, que pretende concorrer diretamente com o Google Apps, visa demonstrar o poder gigante e a confiabilidade em seus produtos, assumindo assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 413px"><img title="Microsoft quer concorrer com Google Apps" src="http://www.wezo.com.br/blog/wp-content/uploads/HLIC/3286acf9d91bf68b6fe4e36949da50a9.jpg" alt="" width="403" height="227" /><p class="wp-caption-text">Microsoft quer concorrer com Google Apps</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em uma recente jogada junto aos principais gestores de TI no Brasil, a Microsoft passou a disponibilizar uma série de informações sobre suas ferramentas que procuram tornar a interação social entre funcionários mais eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia, que pretende concorrer diretamente com o Google Apps, visa demonstrar o poder gigante e a confiabilidade em seus produtos, assumindo assim uma guerra silenciosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a ideia de oferecer uma possível integração com sistemas existentes, a Microsoft trabalha para mostrar que seus produtos são capazes de promover uma revolução sem afetar o dia-a-dia da empresa, tornando praticamente sustentável a viabilidade da solução.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande aceitação do Windows 7, incluindo o público em geral, ajuda a expandir o mercado para a gigante dos softwares, dando a confiança certa para a tomada de decisão. . . . continue lendo no <a href="http://googlediscovery.com/2010/05/20/microsoft-quer-concorrer-com-google-apps/?utm_source=wezo.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=Microsoft%2Bquer%20concorrer%20com%20Google%20Apps." target="_blank"><em>Google Discovery</em></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>AOL completa transformação com crescimento em conteúdo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 18:54:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A AOL, divisão de internet do conglomerado de mídia Time Warner, vai completar a reorganização de suas operações este ano com a expansão e centralização das operações de conteúdo digital, informou a companhia em comunicado. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A AOL, divisão de internet do conglomerado de mídia Time Warner, vai completar a reorganização de suas operações este ano com a expansão e centralização das operações de conteúdo digital, informou a companhia em comunicado. </p>
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