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	<title>Wezo Dev Blog &#187; Negocios</title>
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	<description>Tecnologia, Desenvolvimento, Mobile, Notícias e muito mais.</description>
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		<title>LinkedIn cria um portal de emprego para estudantes e recém formados.</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 12:54:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wezo Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Linkedin, como a maior rede social de profissionais do mundo, tem suficientes dados para se transformar em um dos maiores portais de emprego do mundo, e o demonstra com o lançamento hoje do Linkedin StudentJobs, especialmente dedicado para estudiantes e recém formados buscando seu primeiro emprego. &#160; Baseado na formação do usuário e nos interesses, LinkedIn [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Linkedin</em>, como a maior rede social de profissionais do mundo, tem suficientes dados para se transformar em um dos maiores portais de emprego do mundo, e o demonstra com o lançamento hoje do Linkedin <a href="http://www.linkedin.com/studentjobs"><strong>StudentJobs</strong></a>, especialmente dedicado para estudiantes e recém formados buscando seu primeiro emprego.</p>
<p><a href="http://www.linkedin.com/studentjobs"><img class="size-medium wp-image-44718 alignnone" style="margin: 5px;" title="Introducing LinkedIn Student Job Portal: Helping recent graduates find jobs easily" src="http://www.wezo.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/likein-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Baseado na formação do usuário e nos interesses, LinkedIn recomendará trabalhos existentes no seu banco de dados, pelo email ou pela página principal do nosso perfil.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia é incentivar as conexões existentes entre estudantes e compartilhar as oportunidades de emprego em diferentes companhias, permitindo o filtro por produtos e serviços, assim como facilitando o acesso a opiniões dos profissionais que trabalharam na empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com milhares de bolsas e oportunidades, podem testá-lo no site <a href="http://www.linkedin.com/studentjobs">www.linkedin.com/studentjobs</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Via <a href="http://feedproxy.google.com/~r/LinkedInBlog/~3/BeWTjJsxJek/">Blog de LinkedIn</a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Intel amplia família de processadores para notebooks ultrafinos.</title>
		<link>http://www.wezo.com.br/blog/noticia/intel-amplia-familia-de-processadores-para-notebooks-ultrafinos/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 17:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wezo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negocios]]></category>
		<category><![CDATA[Intel]]></category>
		<category><![CDATA[Intel Core i3]]></category>
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		<description><![CDATA[A Intel anunciou hoje novos lançamentos que ampliam a disponibilidade da família de processadores Intel Core para notebooks ultrafinos. Baseados na tecnologia de manufatura de 32 nanômetros (nm) da Intel, os processadores são mais do que 32% menores, oferecem um desempenho aprimorado acima de 32% e reduzem o consumo de energia em mais de 15%. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 297px"><img title="Intel amplia família de processadores para notebooks ultrafinos" src="http://www.wezo.com.br/blog/wp-content/uploads/HLIC/e9c71f786e1d62c377e9af6e840b5cc3.gif" alt="Intel Amplia" width="287" height="128" /><p class="wp-caption-text">Intel amplia família de processadores para notebooks ultrafinos</p></div>
<p>A Intel anunciou hoje novos lançamentos que ampliam a disponibilidade da família de processadores Intel Core para notebooks ultrafinos.</p>
<p>Baseados na tecnologia de manufatura de 32 nanômetros (nm) da Intel, os processadores são mais do que 32% menores, oferecem um desempenho aprimorado acima de 32% e reduzem o consumo de energia em mais de 15%.</p>
<p>Com a Tecnologia Intel Turbo Boost, os processadores aceleram automaticamente o desempenho, ajustando-se a carga de trabalho para dar aos usuários uma melhoria imediata do desempenho quando necessário.</p>
<p>Já a Tecnologia Intel Hyper-Threading, disponível nos processadores Intel Core i7, Intel Core i5 e Intel Core i3, oferece ótimo tempo de resposta e ajuda a reduzir a latência durante a realização de várias tarefas simultaneamente. Com o Intel HD Graphics, os processadores oferecem ótimo visual, cores vibrantes e reprodução perfeita de vídeo e áudio de alta definição (HD).</p>
<p>Além disso, o recém anunciado Chipset Móvel Intel® 5 Series, projetado para uso com os notebooks baseados na ULV (voltagem ultrabaixa), amplia o suporte para múltiplas opções de vídeo e áudio e oferece melhor proteção de dados e do PC com a Tecnologia Anti-Furto da Intel.</p>
<p>Mais de 40 designs são esperados dos maiores fabricantes de PC, como Acer, Asus, Lenovo e MSI, sendo oferecidos em diversas faixas de preço a partir de junho.</p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">decisionreport.com.br</span></p>
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		<title>O que a TI nacional ganha com a marca Brasil IT+</title>
		<link>http://www.wezo.com.br/blog/noticia/o-que-a-ti-nacional-ganha-com-a-marca-brasil-it/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 16:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wezo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negocios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil IT+]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[t.i]]></category>

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		<description><![CDATA[O que a TI nacional ganha com a marca Brasil IT+ O mercado brasileiro de tecnologia da informação tem uma marca para identificar os esforços de exportação e facilitar a propaganda na hora de conquistar mercados pelo mundo afora. A iniciativa é um novo passo no plano de estabelecer o País como um dos principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignleft" style="width: 327px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="O que a TI nacional ganha com a marca Brasil IT+" src="http://www.wezo.com.br/blog/wp-content/uploads/HLIC/b9d39e75e1bd5161af891c9abc5f32ca.jpg" alt="" width="317" height="122" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">O que a TI nacional ganha com a marca Brasil IT+</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O mercado brasileiro de tecnologia da informação tem uma marca para identificar os esforços de exportação e facilitar a propaganda na hora de conquistar mercados pelo mundo afora. A iniciativa é um novo passo no plano de estabelecer o País como um dos principais vendedores de TI para o mundo, seja software ou serviços, e aprimorar a competitividade global das companhias nacionais. Em 2010, estima-se que as exportações brasileiras do setor cheguem a US$ 3,5 bilhões. Em 2006, elas representavam somente US$ 600 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca Brasil IT+ (lê-se IT, em inglês, plus), lançada em dezembro último, unifica a linguagem. A criação é da agência de branding Futurebrand e será usada tanto pelas empresas privadas como pelos órgãos do governo envolvidos em exportação de TI. As companhias e entidades oficiais já trabalhavam com uma estratégia de marca desde 2004, que trazia o nome do País com &#8220;z&#8221; e sem o símbolo matemático. No entanto, não havia uma padronização em seu uso e diversas iniciativas e materiais de propaganda do setor acabavam usando logotipos distintos para promover seus esforços comerciais no exterior. A nova caracterização visual pretende acabar com isto.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca foi criada de acordo com um briefing detalhado sobre o mercado brasileiro e os planos de exportação (confira quadro com os conceitos envolvidos na pag. 25). Mas, a grande diferença em relação à antiga é o uso do símbolo de +. Ele representa a diversidade do setor, que é capaz de exportar um ERP para países latinos, abrigar centros de serviços de indústrias multinacionais, ser plataforma de terceirização para as globais e ainda conta com uma série de pequenas empresas que conquistam clientes no exterior com softwares de nicho e maior valor agregado. &#8220;Somos diferentes da Índia, que se estabeleceu como outsourcing, e precisávamos mostrar isto com maior clareza para o mercado internacional&#8221;, aponta Antonio Carlos Rego Gil, presidente-executivo da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação).</p>
<p style="text-align: justify;">A novidade agradou os executivos envolvidos com exportação de TI. &#8220;É uma operação complexa, que envolve união de empresas e governo, além de muita estratégia. A marca mostra isso&#8221;, comenta o presidente da Stefanini IT Solutions, Marco Stefanini. A empresa é uma das maiores exportadoras brasileiras de TI, com atuação em 16 países e 125 clientes. Cerca de 20% de sua receita de R$ 670 milhões vem do exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Para empresários, o selo Brasil IT+ vai facilitar a comunicação principalmente em eventos, nos quais há grupos de empresas distintas mostrando as soluções brasileiras. &#8220;A nova marca ajuda no trabalho de comunicação e marketing que ainda precisamos para vender o Brasil no exterior&#8221;, avalia o presidente da BRQ IT Services, Benjamin Quadros. A companhia começou a operar nos Estados Unidos em 2003. Em 2008, ela comprou a ThinkInternational, prestadora de serviços de TI para o mercado americano que havia faturado US$ 8 milhões no ano anterior. Com a negociação, vieram os funcionários e os clientes da empresa. &#8220;Mesmo assim, ainda precisamos sempre mostrar o que o Brasil tem de bom a oferecer&#8221;, comenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Antigos desafios</strong><br />
Mas, se a marca Brasil IT+ chega para modernizar o marketing dos exportadores de TI, as barreiras para que as empresas ganhem maior competitividade continuam a ser as mesmas de uma década atrás, quando as primeiras iniciativas foram lançadas. &#8220;Conseguimos avanços, mas a TI ainda não está na pauta do governo como deveria&#8221;, critica o presidente da Totvs, Laércio Cosentino. Apoio do governo federal, dólar valorizado, isenção fiscal, encargos trabalhistas e investimentos em formação de mão de obra qualificada são reivindicações antigas dos exportadores de TI. Essas dificuldades, principalmente o câmbio, têm se mostrado uma barreira para que o País consiga consolidar-se mundialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">A Matera Systems, que opera nos Estados Unidos junto com outras empresas reunidas na ActMinds Inc. viu a representatividade das exportações cair de 7% do faturamento para 4% nos últimos anos. &#8220;O dólar alto influenciou diretamente na competitividade da nossa oferta&#8221;, explica o presidente da Matera e da ActMinds, Carlos Augusto Leite Netto. Para fugir da pressão cambial, a provedora criou um centro em Maringá (PR) onde pode contar com mão de obra qualificada por um custo menor. Além disso, a Matera começou a trabalhar com oferta de produtos de maior valor agregado. Uma solução multitouch baseada em Microsoft Sharepoint e que transforma o computador numa espécie de imenso iPhone para facilitar a interface com sistemas corporativos tem sido o grande destaque da empresa em feiras internacionais. &#8220;Quando não se pode competir por preço, as empresas brasileiras precisam inovar&#8221;, diz Netto.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de capacidade empreendedora é o principal trunfo do Brasil no mercado externo de TI e que a marca Brasil IT+ pretende mostrar em 2010. Mas, além do marketing, a renovação da identidade é acompanhada de grandes planos capitaneados pelas entidades do setor. O mais abrangente deles está no envolvimento da iniciativa privada, governo, profissionais, universidades e mídia para divulgar a importância da tecnologia da informação para o País. De acordo com levantamento da Brasscom, o setor movimenta US$ 60 bilhões ao ano por aqui, o que coloca o Brasil como o oitavo maior mercado do mundo. Se o segmento de telecomunicações for agregado a essa conta, o volume transacionado sobe para US$ 140 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A entidade estima que a TI represente 8% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no País, e empregue ao menos 2 milhões de trabalhadores, com um salário 2,5 vezes maior do que os vencimentos médios verificados no Brasil. Todos estes números serão apresentados tanto em eventos nacionais como internacionais para mostrar o que há por trás da vontade brasileira de exportar soluções tecnológicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, o número de atividades que as empresas brasileiras participam deve aumentar. Ainda não há uma estimativa sobre quais serão, mas o plano é fazer a tecnologia nacional aparecer não apenas em eventos especializados em TI. A intenção é ampliar o leque para feiras de varejo, saúde e demais verticais da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">A Brasscom irá realizar um evento internacional de outsourcing no Brasil, em junho, com objetivo de posicionar o mercado local no circuito internacional de feiras de TI e promover a integração maior entre executivos estrangeiros com o cenário nacional. &#8220;Uma coisa é conhecer o Brasil lá de fora, outra é vir aqui e ver que o País não é só samba e futebol&#8221;, declara o presidente da associação. A entidade também abrirá um escritório nos Estados Unidos, além do de Washington. Chicago e São Francisco são as cidades estudadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Condições<br />
</strong>Contudo, para alcançar os arrojados planos, o País precisa promover a formação e especialização dos profissionais. Dentro desta perspectiva, o programa de educação a distância para técnicos de TI será expandido. Os cursos podem ser acessados pelo site da Brasscom e fornecem formação em várias especialidades. A associação com as Fatec e o Sistema S (Sebrae, Senai, Sesc, etc) tem garantido bolsas para estudantes interessados em tecnologia. Para o próximo ano, a iniciativa deve ser ampliada. As entidades do setor também prometem continuar a pressionar o governo para a melhoria do ambiente de negócios. O câmbio ideal é algo tido como inatingível, mas a carga tributária, a burocracia e os encargos trabalhistas serão alvo de muitas reuniões com o governo. Deve-se continuar os avanços conseguidos com a isenção do ISS (Imposto Sobre Serviços) e a MP do Bem.</p>
<p style="text-align: justify;">A Softex promete criar um site para que a exportação de TI tenha um apoio na internet para a geração de negócios e o PSI-SW (projeto setorial integrado para exportação de software) será ampliado. Em 2009, ele destinou cerca de R$ 8 milhões para 120 empresas ganharem competitividade no exterior. Este valor será maior em 2010, mas ainda está em definição. &#8220;Mas já podemos garantir que o número de empresas participantes subirá para 200&#8243;, adianta o diretor de mercado da Softex, Djalma Petit. A entidade planeja passar o ano produzindo white papers sobre a TI brasileira e colocando estes documentos na mídia internacional. &#8220;O setor está unido e a imagem do País nunca foi tão boa, por isso, vamos fazer tudo para aproveitar o bom momento e ganhar espaço&#8221;, finaliza Petit.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">resellerweb.com.br</span></p>
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		<title>Brasil sobre para 38º em ranking de competividade</title>
		<link>http://www.wezo.com.br/blog/noticia/brasil-sobre-para-38%c2%ba-em-ranking-de-competividade/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 16:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wezo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negocios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[competividade]]></category>

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		<description><![CDATA[por Financial Web 25/05/2010 Crescimento da produtividade empresarial e geração de empregos fizeram o País subir duas posições, segundo estudo do IMD e FDC O Brasil subiu duas posições e este ano é o 38º no Índice de Competitividade Mundial 2010 (World Competitiveness Yearbook), desenvolvido pelo International Institute for Management Development (IMD) em parceria com a [...]]]></description>
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<tbody>
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<td>por Financial Web</td>
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<tr>
<td>25/05/2010</td>
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<td height="10"></td>
</tr>
<tr>
<td height="30"><em>Crescimento da produtividade empresarial e geração de empregos fizeram o País subir duas posições, segundo estudo do IMD e FDC</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<p>O Brasil subiu duas posições e este ano é o 38º no Índice de Competitividade Mundial 2010 (World Competitiveness Yearbook), desenvolvido pelo International Institute for Management Development (IMD) em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC). A melhoria deve-se principalmente aos avanços na produtividade empresarial e na geração do emprego. Pela primeira vez, os Estados Unidos perderam a primeira colocação, ficando atrás de Singapura &#8211; o novo primeiro colocado &#8211; e de Hong Kong.</p>
<p>O estudo, que analisou 58 países do mundo, mostra que o Brasil ganhou três posições no pilar &#8220;Eficiência dos Negócios&#8221;, passando para o 24º lugar, e se destacou em 8º lugar com o seu PIB estimado em 1,57 trilhões de dólares.</p>
<p>O Brasil ficou à frente de países como África do Sul, México e Rússia, devido à resistência apresentada para lidar com a crise. Ao contrário dos países europeus que foram, de modo geral, os que mais perderam posições no relatório deste ano. De acordo com o professor da FDC, Carlos Arruda, que é responsável pela captação e avaliação dos dados brasileiros, no quesito &#8220;Eficiência de Governo&#8221;, o país se manteve na 52ª colocação; em &#8220;Finanças Públicas&#8221; ficou em 29º; e &#8220;em Política Fiscal&#8221;.</p>
<p>Na categoria infraestrutura, o Brasil perdeu três posições, voltando para o 49º lugar; na área de saúde, também três posições, ocupando o 40º lugar; e, na área de educação, duas posições, estando em 53º lugar. &#8220;O Brasil investe pouco em educação básica &#8211; cerca de mil dólares por aluno -, que equivale à metade do que países como Argentina, Chile e México investem ou seis vezes menor se comparado à Comunidade Européia&#8221;, afirmou Arruda.</p>
<p>Além disso, o relatório apontou preocupações com a perda de posições referentes a retração de multinacionais brasileiras e ao baixo nível de investimentos estrangeiros no Brasil em 2009. Para o professor da FDC, &#8220;para os próximos anos prevemos ciclos de ganhos de posição da competitividade brasileira, mas para que este círculo virtuoso se mantenha é preciso que o Brasil continue ganhando competitividade, é fundamental que o governo, as empresas e a sociedade sustentem seus compromissos com o longo prazo, com os investimentos na capacidade produtiva, na infraestrutura e na educação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento trouxe uma novidade este ano: o &#8220;simulador de estresse da dívida pública&#8221; (Debt Stress Test), que calcula os altos níveis de endividamento das nações e o impacto no desenvolvimento sustentável desses países. Este indicador aponta quanto tempo levará para as principais economias saírem da condição de alto devedoras e alcançarem déficits abaixo de 60% do PIB. O Japão lidera a lista com previsão de saída da condição de alto devedor em 2084. Outros destaques são Itália (2060), Portugal (2037), EUA (2033), França (2029), Alemanha (2028) e Reino Unido (2028). O Brasil com nível de endividamento em 2009 de 62,79% do Produto Interno Bruto (PIB) assim como Argentina, Índia e Noruega são os países que devem estar abaixo de 60% a partir de 2015.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">resellerweb.com.br</span></p>
</div>
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		<title>Empresas mais vulneráveis: Ataques na web crescem 39% nos últimos meses com a crise</title>
		<link>http://www.wezo.com.br/blog/noticia/empresas-mais-vulneraveis-ataques-na-web-crescem-39-nos-ultimos-meses-com-a-crise/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Negocios]]></category>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
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		<description><![CDATA[A crise econômica mundial fez o número de ataques à internet  em todo o mundo crescer de 1,8 bilhão ao dia nos últimos quatro meses para mais de 2,5 bilhões, segundo estudo da X-Force, equipe da IBM especializada em segurança]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise econômica mundial fez o número de ataques na web crescer 38,9% nos últimos quatro meses, saltando de 1,8 bilhão para mais de 2,5 bilhões por dia em escala global, segundo estudo da X-Force, equipe da IBM especializada em segurança.</p>
<p>De acordo com dados coletados da base de clientes de serviços de segurança da companhia, que conta com cerca de 4 mil empresas do mundo inteiro, à medida que as empresas cortam seus gastos, as ameaças internas aumentam e os hackers aproveitam a situação para criar oportunidades.</p>
<p>Uma pesquisa do Instituto Ponemon relata que o custo médio de uma violação de dados para uma corporação é de U$ 6,3 milhões, o que indica que o prejuízo causado por um incidente pode exceder significativamente o valor investido para garantir a segurança da infra-estrutura.</p>
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